Luan Santana resgata sucessos, faz público viajar no tempo e revela inspiração em Taylor Swift
15 Mar, 2026
Se 2026 está levando as pessoas para 2016, os fãs de Luan Santana foram teletransportados para 2007, ano em que o cantor lançou sua primeira música e começou a desenhar a trajetória que mudaria o “sertanejo pop brasileiro”. A turnê Registro Histórico lotou o Allianz Parque por duas noites seguidas e deixou São Paulo cantando aos quatro cantos os maiores sucessos do “gurizinho” que comemora 18 anos de carreira. Antes de subir ao palco na capital paulista, Luan recebeu jornalistas e revelou que a grande inspiração para a turnê foi o projeto The Eras Tour , de Taylor Swift. Os shows esgotados, as filas imensas ao redor do estádio e a estrutura digna de show internacional provaram que a referência não ficou apenas na ideia. PUBLICIDADE “Minha grande inspiração foi a turnê da Taylor Swift . Vi que foi realmente um sucesso e vejo um pouquinho de semelhança (entre as carreiras) . Inclusive, se me perguntassem, seria um dos meus sonhos de feat (com a Swift) ”, disse durante a coletiva de imprensa. No palco, Luan mostrou que continua sendo um dos maiores nomes do sertanejo. Ele conduziu a multidão por uma viagem afetiva que atravessou praticamente duas décadas de carreira. O repertório foi de Meteoro (2009) até Um Brinde Ao Nosso Amor (2025), passando por hits que marcaram gerações. A noite ainda teve participação da dupla Fernando e Sorocaba , responsável por apostar no início de sua carreira, além do tradicional momento em que uma fã é convidada a subir ao palco. Tudo isso transmitido ao vivo pelo SBT . Publicidade Luan Santana chega aos 35: Qual a música mais tocada do cantor? Veja ranking e marcos do artista Foram quase 3 horas de show, três trocas de roupa e uma apresentação praticamente ininterrupta. Como Luan resumiu no palco: “Esta noite ficará marcada na história e será contada para os nossos netos”. No fim das contas, Registro Histórico faz jus ao nome. Mais do que uma forma de comemorar a carreira de Luan Santana, o show funciona como uma cápsula do tempo da música sertaneja dos últimos anos. Para quem cresceu ouvindo o artista no rádio, no Orkut, nos primeiros smartphones ou nos fones escondidos durante a aula, a sensação foi clara: por algumas horas, todo mundo voltou a ser aquele adolescente que acreditava que “meteoros” realmente podiam cair no meio da pista de dança. E a lembrar que “só quem sonha consegue alcançar”.