São Paulo já teve 10 renúncias de presidente e pode ter seu 1o mandatário destituído em impeachment

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12 Jan, 2026
Como Júlio Casares foi de presidente com amplo apoio até perder prestígio no São Paulo Crédito: Leonardo Catto/Estadão O São Paulo pode ter seu primeiro presidente destituído em impeachment na história nesta sexta-feira, 16, quando a votação pela saída de Julio Casares será realizada a partir das 18h30 (de Brasília). Antes disso, o clube já passou por 10 renúncias de mandatário. A primeira delas ocorreu em março de 1935, onde João Baptista da Cunha Bueno, apenas o segundo presidente da equipe paulista, deixou o cargo que ocupava depois de oito meses. Ja a última renúncia, aconteceu em outubro de 2015, quando Carlos Miguel Cástex Aidar saiu da presidência por conta de diversas acusações de corrupção da sua gestão. O único mandatário que renunciou duas vezes foi Paulo Machado de Carvalho, ex-empresário que dá nome ao Estádio do Pacaembu. Após sair da função de presidente em novembro de 1940, ele retornou ao cargo no final de 1946 e saiu novamente em setembro de 1947. Publicidade A linha do tempo de como gestão de Casares ruiu no São Paulo Muricy está insatisfeito e deve deixar o São Paulo em meio à implosão de gestão Casares Ação judicial pede voto híbrido e menor quórum para impeachment de Casares no São Paulo PUBLICIDADE Depois da renúncia de Aidar, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, presidiu o São Paulo de 2015 a 2020. Ele antecedeu a chegada de Julio Casares , que se encontra na presidência desde 1o de janeiro de 2021. Depois da derrota para o Mirassol na estreia, o clube da capital paulista retorna aos gramados nesta quinta-feira, 15, pela segunda rodada do Campeonato Paulista . Às 21h45 (de Brasília), o time recebe o São Bernardo no Morumbis.