Filho de Eliza Samudio diz que pai desistiu de encontro e cobra 4 anos de pensão atrasada
16 Jan, 2026
Na tarde desta quinta-feira (15/01), o adolescente Bruninho, de 15 anos, filho de Eliza Samudio, falou com exclusividade à TV Record sobre a frustração após o pai desistir de um encontro previamente combinado pela família. Segundo ele, a reunião havia sido marcada para esta semana, mas o pai não compareceu, mesmo após insistentes tentativas de contato ao longo dos últimos anos. Diante da ausência, Bruninho afirmou que decidiu cobrar os quatro anos de pensão alimentícia que, segundo ele, não foram pagos. Questionado sobre uma suposta crise de ansiedade ao saber do encontro marcado, o adolescente negou e explicou o contexto da decisão de aceitar a reunião. Ele afirmou que o pai o procurava havia anos para pedir uma oportunidade de explicar sua versão dos fatos e que, após conversas com a família, optou por escutá-lo. “Primeiro, quero falar que não foi crise de ansiedade, só tava um pouco nervoso para saber o que eu ia falar. Acredito que ele vem, [há] anos e anos, me procurando para pedir uma oportunidade de falar o que realmente aconteceu”, começou o adolescente. “Decidi, eu e o pessoal da minha família, fazer uma reunião e escutar o lado dele, a gente marcou uma reunião. Ele procurou [nós] aqui no hotel... Ele não compareceu, ele deu pouca satisfação no dia e depois quis falar que a gente que caçou ele, sendo que não tem nada a ver”, prosseguiu Bruninho. Durante a entrevista, o repórter questionou o motivo de Bruninho querer ouvir o pai naquele momento. O adolescente respondeu que a intenção era encerrar o assunto após reiteradas reclamações de que não teria sido ouvido. “Para matar logo isso. De tanto que ele fica falando: ‘Ah, não escuta meu lado, vocês nunca me escutam’. Tentei dar essa oportunidade para ele, e essa oportunidade ele não abraçou, não quis.” Ao ser perguntado sobre o que gostaria de ouvir do pai, Bruninho disse que buscava apenas conhecer a versão apresentada por ele, para que não houvesse mais alegações de falta de diálogo. “O lado dele, só, para matar isso daí. Pra ele não ficar falando que eu não dou nem a oportunidade de o escutar”.