Munik Nunes apaga até tatuagem dos pais e revela o motivo
14 Oct, 2026
Amigas, eu estava aqui em Sintra, pensando seriamente em atacar mais um travesseiro da Piriquita, quando meu celular me trouxe uma notícia que me fez olhar duas vezes. Munik Nunes, aquela bonita que ganhou o BBB 16, resolveu fazer uma verdadeira faxina na própria pele. E, quando digo faxina, minhas filhas, é daquelas que não deixam nem a lembrancinha da família! A influenciadora, de 30 anos, decidiu apagar todas as tatuagens do corpo. Todas mesmo! Inclusive as iniciais dos próprios pais, que ela carrega no braço esquerdo. Eu, que sou uma fofoqueira de quinta categoria, mas tenho diploma imaginário em desconfiar de tudo, já fui procurar a explicação. Afinal, o que aconteceu para a mulher querer mandar até a homenagem aos pais para o laser? Pois bem. Munik explicou que fez aquela tatuagem em outro momento da história familiar. Na época, as iniciais tinham um significado especial. Hoje, ela prefere retirar o desenho, assim como os demais. E fez questão de esclarecer que a decisão não representa uma mudança na maneira como enxerga a si mesma. Agora vem a parte que eu achei deliciosa nessa história. Munik simplesmente enjoou das tatuagens! Segundo ela, os desenhos nos braços aparecem demais, são muito visíveis e acabaram cansando seus olhos. Gente, tem gente que enjoa da decoração da sala, troca o sofá, muda a cor da parede. Munik resolveu redecorar a própria pele. E com direito a laser! Para colocar o plano em prática, a campeã do reality procurou a dermatologista Andressa Manfredini, da Clínica Leger, em São Paulo. A médica explicou que o laser atua diretamente no pigmento da tatuagem, fragmentando a tinta. Segundo ela, as tatuagens pretas costumam responder mais facilmente ao tratamento do que as coloridas. Munik também tem um desenho colorido, cujo resultado ainda será acompanhado. E prestem atenção: a primeira sessão já recebeu elogios da dermatologista, que classificou o resultado como incrível. Mas apagar tatuagem exige acompanhamento e pode demandar várias sessões. Não é como tirar maquiagem com água micelar, minhas senhoras! O mais interessante é que Munik não resolveu transformar o arrependimento em tragédia. Pelo contrário. Ela reconheceu que as escolhas fazem sentido em determinadas fases da vida e podem deixar de fazer depois. E resumiu tudo numa frase que eu colocaria até na porta da geladeira: “Está tudo bem se arrepender. Faz parte da vida.” E quer saber? Eu concordo com a bonita. Tem coisa que a gente faz aos 20 anos e, aos 30, olha e pensa: onde eu estava com a cabeça? A diferença é que algumas lembranças desaparecem com uma boa faxina no celular. Outras precisam de dermatologista, equipamento caro e muita paciência. Aqui em Sintra, continuo achando que o maior perigo de uma decisão impulsiva é comprar doce demais na Piriquita. Munik, pelo visto, está resolvendo escolhas antigas de maneira muito mais tecnológica. Porque amadurecer também é isso, minhas filhas: perceber que nem tudo o que parecia eterno precisa continuar escrito na pele.