“Não tenho para onde ir”: filho de Latino diz que foi expulso de casa e teve polícia chamada
16 Oct, 2026
Guilherme de Oliveira, conhecido nas redes como Namentti e filho de Latino, afirmou ter sido expulso da casa da avó, em Realengo, no Rio de Janeiro. Em vídeos publicados no Instagram, ele disse que um oficial de Justiça foi ao local e que a polícia teria sido chamada durante a retirada de seus pertences. Eu já saía da Puerta del Sol com as amigas quando vi os vídeos e senti o peso da situação. Não é pauta para deboche, não é briga de internet para escolher lado em comentário. É um rapaz dizendo que está vulnerável, sem saber onde vai dormir e pedindo ajuda em meio a uma guerra familiar exposta diante de todo mundo. “Não tenho pra onde ir”, afirmou Guilherme, que disse ter trabalho marcado como garçom às 17h e classificou a situação como uma humilhação. Ele também declarou que pretende levar o caso à Justiça e que estava tremendo ao precisar pegar suas coisas às pressas. Eu diminuí o passo na calçada porque, quando alguém fala em medo, falta de moradia e desamparo, a primeira obrigação é ouvir com cuidado. Guilherme apresenta a versão dele, e é justamente por isso que qualquer apuração precisa ser feita com seriedade, sem transformar sofrimento familiar em torcida organizada. Namentti afirmou que saiu de uma internação sem documentos e passou a morar com a avó. Ele disse que faz tratamento no Caps, toma medicação e tem laudos médicos, além de negar ser uma pessoa agressiva. Em outro vídeo, alegou que os vizinhos intervieram quando a polícia foi chamada. Eu não vou repetir acusações antigas nem aumentar uma história que já é delicada demais. O que existe neste momento é o relato público de Guilherme sobre uma retirada da casa e a afirmação de que se sente abandonado pela família. Isso pede responsabilidade, não espetáculo. Latino e o filho já se envolveram em trocas públicas de acusações no passado. No material divulgado sobre este novo episódio, não há manifestação do cantor ou de representantes dele sobre as alegações atuais feitas por Guilherme. Eu voltei para perto das amigas com uma certeza: família nenhuma deveria deixar uma situação tão sensível chegar a esse ponto em praça pública. Que Guilherme tenha apoio, acompanhamento e segurança, e que os adultos envolvidos encontrem um caminho para tratar esse conflito longe da exposição que só aprofunda a ferida.