Tifanny abre procedimento em câmara arbitral para tentar atuar na Superliga

admin
8 Nov, 2026
Resumo Tiffany Abreu abriu um procedimento perante ao Centro Brasileiro de Mediação e Arbitragem (CMBA) para contestar a decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), e tentar restabelecer sua condição de jogo nas competições organizadas pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV). A oposta do Osasco vem travando uma batalha judicial para entrar em quadra. A origem está no fato de a CBV ter, em agosto, passado a exigir a comprovação do sexo biológico feminino através de testes do gene SRY. Tifanny é uma atleta trans. A defesa também entrou com um recurso após a 14ª Vara Cível da Comarca da Capital do Rio de Janeiro indeferir um pedido de liminar, na última sexta-feira (6), horas antes do duelo entre Osasco e Fluminense, pela Superliga. Entenda o caso Em agosto, a CBV anunciou que passaria a exigir o teste do gene SRY já para esta temporada, medida que impacta Tifanny. A entidade apontou seguir as diretrizes do Comitê Olímpico Internacional (COI). Na atual temporada, a oposta defendeu o Osasco no Campeonato Paulista. Na ocasião, a federação paulista apontou que o torneio já havia começado quando a CBV divulgou a mudança. No dia 16 de outubro, Tifanny conseguiu uma liminar que autorizou sua atuação na Supercopa e na Superliga, competições da CBV. Sob efeito da decisão, ela atuou contra o Praia Clube, na final da Supercopa. O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, porém, suspendeu a liminar no dia 23. No mesmo dia, a Justiça Desportiva negou o mandado de garantia apresentado pela defesa da oposta. Tifanny, então, entrou com nova ação, mas teve um revés e permanece sem poder jogar. Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.